domingo, 28 de dezembro de 2008

Fogareiro de Lata de Refrigerante

Pessoal esta eu faço questão de compartilhar com vocês, afinal sou usuario deste tipo de aparato e acredite, funciona muito bem.
Atenção:
Quando for fazer este fogareiro bem como utilizalo e muito importante tomar todos os cuidados possíveis ja que você ira lidar com materiais cortantes e tambem com combustivel altamente inflamavel. Portanto tome muito cuidado !!!!

Acompanhe passo a passo.



Material:
2 Latas de aluminio (refrigerante)
1 Lixa
1 Lamina de estilete
1 Punhado de la de vidro
1 Alfinete
1 Cabide de roupas (para fazer o suporte)
1 Alicate
1 Alcool (preferencialmente combustivel

Veja mais alguns modelos:




Legal não é?

Dica do Aventureiro:
Tenha atenção caso queira levar este aparato para seu acampamento lembre-se que a maioria das reservas ambientais bem como parques florestais não permiten a entrada de combustiveis liquidos, fique ligado.

Luciano Ribeiro

sábado, 27 de dezembro de 2008

10 Mandamentos do Montanhista


01 - Durante a ascensão faça o possível para reduzir os danos sobre a via (não atire as rochas soltas, não arranque a vegetação, seja civilizado). Quando existir a opção, escolha sempre descer a pé, pois o rappel é bastante destrutivo para as vias se não for realizado de forma cuidada. Se após uma ascensão, o rappel for inevitável, procure realizá-lo responsavelmente.
02 - Por se tratar de uma prática bastante danosa às vias e vegetação das paredes, evite a prática exclusiva de rappel em zonas tradicionais de escalada.
03 - Não abra vias utilizando berbequins a bateria. A facilidade que estas ferramentas propiciam tem levado à abusiva colocação de spits e a uma precipitada abertura de vias que, não raramente, conduz à destruição sistemática das paredes! Se você precisa de spits para escalar, provavelmente era melhor ficar em casa. Quando for indispensável a colocação de proteção fixa, utilize pitões ou burilador manual e martelo. O maior esforço exigido, em geral, leva a uma maior reflexão sobre a validade e a qualidade do que está a fazer.
04 - Evite limpar-se, arrumar material ou aglomerar pessoas na base das vias.
05 - Utilize os trilhos existentes. Não abra ou utilize atalhos, mesmo que isto represente um percurso maior.
06 - Destaca-se que o compromisso com o baixo impacto de um via não se refere somente ao acto da abertura, mas também da utilização das vias préviamente abertas, provavelmente por alguém que sabia o que estava a fazer. Deixe-as como as encontrou! Não acrescente seguranças, a não ser as que vão ser retiradas pelo segundo cordada!
07 - Ao pensar em abrir uma nova via explore bem o potencial oferecido pelas vias já existentes na zona (escale-as!). Conheça um pouco da história destas vias (informe-se com os escaladores locais mais experientes). Isto pode evitar que se cometa equívocos alguns dos quais já registados nos últimos anos, como a abertura de variantes medíocres, vias banais que atravessam vias clássicas, Certas paredes não comportam mais vias sem que ocorram vias coladas uma nas outras ou com muita vegetação destruída. Estas duas situações, além de uma mesquinha sensação de orgulho para o autor, não acrescentam nada de positivo ao montanhismo na Madeira.
08 - Não promova e nem participe de escaladas com um grande grupo (+ de 4 pessoas). Estas excursões causam grande impacto nos trilhos e nas vias. Aprecie o aspecto reflexivo e contemplativo da escalada que só são possíveis longe da multidão. A montanha não é o melhor lugar para festas. Deixe o churrasco e outras comemorações para locais mais apropriados.
09 - Não fixe protecções de maneira exagerada (devem ser a última opção de proteção - não as transforme na única opção). Privilegie as protecções móveis (entaladores, friends ou, em última instância, pitões). Não fixe protecções em boulders. Não instale presas artificiais e não quebre ou cave presas naturais. Não faça pinturas ou outras marcações na parede.
10 - Leve o seu lixo de volta! Seja civilizado!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

HISTORIA DO MONTANHISMO



As montanhas sempre fizeram parte da história humana por se tratarem de obstáculos a serem transpostos por nossos antepassados em suas viagens exploratórias e migratórias. Em 1492, Antoine de Ville escalou o Monte Aiguille, na França, apesar das inúmeras superstições existentes a respeito de seu cume. Em 1744 ocorre a chegada ao cume, que é chamada pelos montanhistas de conquista, do Monte Titlis, em 1770 a do Monte Buet e em 1779 o Monte Velan também é conquistado. Entretanto, é considerado como o marco do alpinismo moderno a data de 8 de agosto de 1786, quando dois franceses, o médico Michel Paccard e o garimpeiro Jacques Balmat venceram os 4810 metros do Mont Blanc (Monte Branco), na Europa, motivados por um prêmio oferecido por Horace-Bénédict de Saussure - considerado o fundador do Alpinismo.No final do século XIX e início do século XX ocorreu uma verdadeira corrida a conquistas de montanhas até então inexploradas. Assim, em 1868, os ingleses conquistaram os principais picos do Cáucaso. O Chimborazo foi vencido em 1880, o Aconcágua (6959m) em 1897, ambos nos Andes. Em 1889 foi conquistado o Kilimanjaro (5895 m), na África e o Monte McKinley (6194 m) no Alasca em 1913. O Monte Everest, ponto culminante do planeta, com 8848 metros, situado na Cordilheira do Himalaia na Ásia, foi finalmente conquistado pelo neozelandês Edmund Hillary e pelo sherpa Tenzing Norgay em 1953.

Fonte de pesquisa:Wikipedia

AÇU PETRÓPOLIS - RIO DE JANEIRO



A Trilha ao Açu é uma dos locais para Ecoturismo mais almejadas do Parque Nacional Serra dos Órgãos. Sua visitação,temporada, inicia-se no final de Abril e vai até Setembro, pois nesses meses as mudanças climáticas não são tão constantes. Oferecendo uma diversidade de panoramas, o trekking e o camping para o Açu é ideal às pessoas que procuram ambientes naturais e um bom exercício de resistência.Inicialmente acompanhando uma vegetação próxima a cachoeiras e arvoredos da Mata Atlântica, a trilha de subida por Petrópolis tem como atrativos, a cavaleiro, as Pousadas e Restaurantes da região com arvorismo e rappel,a Cachoeira do Véu da Noiva, a Pedra do Queijo, o Ájax, o Morro da Bandeira,a Izabeloca (Casa de Isabel), o Chapadão, o Cruzeiro e já no topo as pedras gigantes do castelo .Ao chegar no local o trilheiro se impressiona com tamanha beleza e fica tomado por uma sensação de objetivo alcançado.A visita ao Açu é uma conquista, mas é necessário um treinamento físico prévio e planejamento.Para o camping, o local é ideal devendo, portanto ,o trilheiro ter conduta consciente para a proteção nesses ambientes. Para ao mais experientes é possível um bate-volta no local, porém ao menos acostumados indicamos o camping no local, pernoite.


Características:
Tempo de Caminhada: 6h a 8h
Classificação: Difícil
Inclinação: 75 graus
Dicas: 1 litro de Água, Short ou Bermuda, Protetor Solar, Alimentos, Mochila, Barraca.

RETIRO PETROPOLIS - RIO DE JANEIRO



Localizada entre a Reserva Biológica do Alcobaça e a Reserva Biológica de Araras e Tinguá, a pedra do Retiro é um dos atrativos mais procurados na cidade de Petrópolis. Com cerca de 1.546 m de altura, próximo ao centro, o local possui vista panorâmica para Maria Comprida, o maior monólito do Brasil, com 1926 m. Com várias trilhas de acesso entre os diversos bairros que a cercam, a Pedra do Retiro possui ainda muitas nascentes e uma vegetação de encosta rica em biodiversidade. A trilha é de fácil acesso, porem, deve-se ter atenção às bifurcações existentes no percurso. Como as terras em Petrópolis há tempos foram dividas em grandes pedaços de terras, como as sesmarias a pedra do Retiro não foi diferente. Toda a região é pertencente a um antigo médico, logo a visitação deve ser autorizada.


Características:
Distância: 8 Km
Tempo de Caminhada: 2 h
Classificação: Média
Inclinação: 60 graus
Dicas: 1 litro de Água, Calça, Protetor Solar, Alimentos.

TRILHA DO ALCOBAÇA



Inserida na APA- Área de Proteção Ambiental de Petrópolis, a Trilha do Alcobaça tem com proximidade ao Parque Nacional da Serra dos Órgãos e é uma das trilhas mais difíceis de se concluir, haja vista sua inclinação. Tendo uma visão panorâmica, o Alcobaça possui 1811 metros de altitude e separa os bairros do Caxambu e Bonfim. Sua trilha é acompanhada por uma vegetação rupestre típica de montanha com terra negra umedecida pelas nascentes do local. Da pedra pode-se observar a Baía da Guanabara, a Cidade de Petrópolis, Itaipava e vários casarios ao redor. Em tupi-guarani, alcobaça significa lenço de algodão. Por sua imponência a montanha pode ser vista praticamente em diversas regiões de Petrópolis.


Características:
Tempo de Caminhada: 3h
Classificação: Difícil
Inclinação: 75 graus
Dicas: 1 litro de Água, Short ou Bermuda, Protetor Solar, Alimentos.

 
©2008 'Aventura na Veia' Por Luciano Ribeiro