Em se tratando de Petrópolis é dificel apontar qual montanha é mais bela e mais atraente, Petrópolis com seu imenso potencial para o montanhismo e praticantes de eco turismo.
Conheça um excelente opção de caminhada para um final de semana com sua familia.
A pedra do Juriti é uma montanha que fica situada na cidade de Petrópolis no Vale do Brejal, com seus 1.513 m de altitude com um visual de tirar o fôlego é uma montanha super interessante.
Como Chegar:
É aconselhado um veiculo já que o acesso de ônibus é muito complicado devido os horário ao chegar no Vale do Brejal de deve-se seguir por ma bela estrada de terra batida ate chegar no campo do Juriti, ao chegar neste campo entre na primeira entrada a esquerda numa estrada chamada passa quatro.
Siga sempre em frente ate chegar em uma porteira que fica a sua esquerda uma dica nesta porteira existem bem próximas a ela alguns postes de alta tensão nesta porteira é o lugar que se deve para o carro a partir dai começa a caminhada.
A trilha começa bem simples e leve em uma estradinha depois de uma 400 metros ao lado de uma cerca de arame farpado existe uma entrada que levara diretamente aos seus 2 falsos cumes do Juriti...rsrsrsrs.... Isso mesmo a pedra do Juriti possui 2 falsos cumes até chegar ao seu principal que mede 1513 m de altitude. Veja a entrada da trilha.
A partir dai é só seguir a trilha sempre se preocupando em manter sempre a sua esquerda em relação a trilha; Dica na trilha bem próximo ao final existem algumas arvores que se destacão na trilha elas serão suas referencia ate o cume da trilha, e altamente aconselhado levar um facão já que esta trilha não é muito frequentada e as vezes poderá ser necessário a utilização para que seja reaberta, e não custa lembrar não é pessoal: levar óculos de sol, protetor solar, boné e no mínimo 2 litros d`agua ja que no caminho não tem como abastecer os cantis.
Agora basta coloca a mochila nas costar arrumar seu equipamento e pé na estrada.
Um presente ao final da trilha....
Acompanhe agora um pequeno vídeo da trilha vale a pena ver ate o final confira:
Qual ave tem o canto mais elaborado... Mais complexo... Mais bonito de todos?
Com certeza essa ave australiana é uma delas, esta pode competir com o incrível canto do Uirapuru do Capitão da Mata dentre outros pássaros brasileiros!
Para atrair a fêmea, este pássaro tenta emitir o canto mais complexo que consiga... Para isso, ele imita perfeitamente o canto de aproximadamente 20 espécies diferentes de pássaros. E para "competir" com os demais machos de sua espécie, ele procura mimetizar sons que ele escuta pela floresta, como este vídeo demonstra. Assista até o final... Vale a pena!!!!!
Repare que até nos animais o homem podem influenciar, inclusive no seu canto no caso deste animal, repare quando ele imita uma câmera fotográfica e o que mais me impressionou QUANDO ELE IMITA UMA MOTOSSERRA ao mesmo tempo que isso é incrível pela beleza do animal é triste que um ave tão bela esteja imitando uma maquina de destruição da natureza.
Você sabia que 60% dos casos de intoxicação por plantas tóxicas no Brasil ocorrem com crianças menores de nove anos, e que 80% deles são acidentais? Para ajudar na prevenção desses acidentes o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, o SINITOX, em parceria com os centros de Belém, Salvador, Cuiabá, Campinas, São Paulo e Porto Alegre, criou, em junho de 1998, o Programa Nacional de Informações sobre Plantas Tóxicas. A elaboração e distribuição de material educativo, de prevenção e tratamento, são as principais metas do programa. O primeiro trabalho é a divulgação das 16 plantas que mais causam intoxicação em nosso país. Além disso, estão sendo elaborados um manual de tratamento das intoxicações por plantas; um vídeo; uma base de dados com a codificação das plantas tóxicas brasileiras; e um atlas. Conheça agora algumas plantas tóxicas e previna-se contra acidentes.
TINHORÃO
Família: Araceae.
Nome científico: Caladium bicolor Vent.
Nome popular: tajá, taiá, caládio.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio.
COMIGO-NINGUÉM-PODE
Família: Araceae.
Nome científico: Dieffenbachia picta Schott.
Nome popular: aninga-do-Pará.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio, saponinas.
TAIOBA-BRAVA
Família: Araceae.TAIOBA-BRAVA
Nome científico: Colocasia antiquorum Schott.
Nome popular: cocó, taió, tajá.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio.
COPO-DE-LEITE
Família: Araceae.
Nome científico: Zantedeschia aethiopica Spreng.
Nome popular: copo-de-leite.
Parte tóxica: todas as partes da planta
Sintomatologia: a ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio.
SAIA-BRANCA
Família: Solanaceae.
Nome científico: Datura suaveolens L.
Nome popular: trombeta, trombeta-de-anjo, trombeteira, cartucheira, zabumba.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão pode provocar boca seca, pele seca, taquicardia, dilatação das pupilas, rubor da face, estado de agitação, alucinação, hipertermia; nos casos mais graves pode levar a morte.
Princípio ativo: alcalóides beladonados (atropina, escopolamina e hioscina).
AROEIRA
Família: Anacardiaceae.
Nome científico: Lithraea brasiliens March.
Nome popular: pau-de-bugre, coração-de-bugre, aroeirinha preta, aroeira-do-mato, aroeira-brava.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: o contato ou, possivelmente, a proximidade provoca reação dérmica local (bolhas, vermelhidão e coceira), que persiste por vários dias; a ingestão pode provocar manifestações gastrointestinais.
Princípio ativo: os conhecidos são os óleos voláteis, felandreno, carvacrol e pineno.
BICO-DE-PAPAGAIO
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia pulcherrima Willd.
Nome popular: rabo-de-arara, papagaio.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a seiva leitosa causa lesão na pele e mucosas, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, dor em queimação e coceira; o contato com os olhos provoca irritação, lacrimejamento, edema das pálpebras e dificuldade de visão;
a ingestão pode causar náuseas, vômitos e diarréia.Princípio ativo: látex irritante.
COROA-DE-CRISTO
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia milii L.
Nome popular: coroa-de-cristo.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a seiva leitosa causa lesão na pele e mucosas, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, dor em queimação e coceira; o contato com os olhos provoca irritação, lacrimejamento, edema das pálpebras e dificuldade de visão; a ingestão pode causar náuseas, vômitos e diarréia.
Princípio ativo: látex irritante.
AVELÓS
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia tirucalli L.
Nome popular: graveto-do-cão, figueira-do-diabo, dedo-do-diabo, pau-pelado, árvore de São Sebastião.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a seiva leitosa causa lesão na pele e mucosas, edema (inchaço) de lábios,boca e língua, dor em queimação e coceira; o contato com os olhos provoca irritação, lacrimejamento, edema das pálpebras e dificuldade de visão; a ingestão pode causar náuseas, vômitos e diarréia.
Princípio ativo: látex irritante.
URTIGA
Família: Urticaceae.
Nome científico: Fleurya aestuans L.
Nome popular: urtiga-brava, urtigão, cansanção.
Parte tóxica: pêlos do caule e folhas.
Sintomas: o contato causa dor imediata devido ao efeito irritativo, com inflamação, vermelhidão cutânea, bolhas e coceira.
Sintomas: a ingestão ou o contato com o látex podem causar dor em queimação na boca, salivação, náuseas, vômitos intensos, cólicas abdominais, diarréia, tonturas e distúrbios cardíacos que podem levar a morte.
Princípio ativo: glicosídeos cardiotóxicos.
CHAPÉU-DE-NAPOLEÃO
Família: Apocynaceae.
Nome científico: Thevetia peruviana Schum.
Nome popular: jorro-jorro, bolsa-de-pastor.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão ou o contato com o látex pode causar dor em queimação na boca, salivação, náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, tonturas e distúrbios cardíacos que podem levar a morte.
Princípio ativo: glicosídeos cardiotóxicos.
CINAMOMO
Família: Meliaceae.
Nome científico: Melia azedarach L.
Nome popular: jasmim-de-caiena, jasmim-de-cachorro, jasmim-de-soldado, árvore-santa, loureiro-grego, lírio-da-índia, Santa Bárbara.
Parte tóxica: frutos e chá das folhas.
Sintomas: a ingestão pode causar aumento da salivação, náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia intensa; em casos graves pode ocorrer depressão do sistema nervoso central.
Princípio ativo: saponinas e alcalóides neurotóxicos (azaridina).
MANDIOCA-BRAVA
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Manihot utilissima Pohl. (Manihot esculenta ranz).
Nome popular: mandioca, maniva.
Parte tóxica: raiz e folhas.
Sintomas: a ingestão causa cansaço, falta de ar, fraqueza, taquicardia, taquipnéia, acidose metabólica, agitação, confusão mental, convulsão, coma e morte.
Princípio ativo: glicosídeos cianogênicos.
MAMONA
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Ricinus communis L.
Nome popular: carrapateira, rícino, mamoeira, palma-de-cristo, carrapato.
Parte tóxica: sementes.
Sintomas: a ingestão das sementes mastigadas causa náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia mucosa e até sanguinolenta; nos casos mais graves podem ocorrer convulsões, coma e óbito.
Princípio ativo: toxalbumina (ricina).
PINHÃO-ROXO
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Jatropha curcas L.
Nome popular: pinhão-de-purga, pinhão-paraguaio, pinhão-bravo, pinhão, pião, pião-roxo, mamoninho, purgante-de-cavalo.
Parte tóxica: folhas e frutos.
Sintomas: a ingestão do fruto causa náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia mucosa e até sanguinolenta, dispnéia, arritmia e parada cardíaca.
Sem duvidas uma das melhores trilhas que já realizei, sem duvidas foi uma experiência única e singular. Vou relatar agora para vocês os passos desta aventura acompanhem:Tudo começou com os preparativos com uma semana de antecedência separar equipamento prepara comida etc...Enfim o dia da viagem chegou, diga se passagem uma longa viagem até a cidade do Alto Caparaó.
Uma viagem cheia de aventuras começando com uma quebra do nosso ônibus cerca de 50 Km da cidade do Alto Caparaó; ai você pode perguntar: “acabou o passeio?” que nada.
Nesta horas podemos perceber que o nosso passeio seria um sucesso e que aquela quebra teria que acontecer só para engrandecer o passeio. Porque eu digo isso.
Para nossa surpresa o nosso ônibus estava quebrado bem próximo a uma empresa local e graças ao esforço de uma pessoa muito decisiva nesta hora que esqueceu até de calçar os sapatos para tentar conseguir outro ônibus para que pudéssemos chegar até o nosso objetivo o mais rápido possível. Lembra disso Fátima? rsrsrs.
Para nossa alegria em aproximadamente 1 hora estávamos com toda a bagagem transferida de um ônibus para outro e a caminho do parque.
Chegamos na portaria do parque no final da manha, decidimos rapidamente como seria feito a caminhada, quem iria de jipe até a tronqueira e quem iria caminhando como eu.
No total são cerca de 30 Km ida e volta.
A trilha ébem tranqüila ela é dividida em duas partes uma para ser feita de carro que no final dela é na troqueira daí em diante você terá que decidir se ira optar pelas mulas para carregar sua mochila com seu equipamento, eu optei em levar a minha afinal eu fui para praticar o montanhismos rsrsrs.
Mais este serviço é bem legal já que muitas pessoas que estão indo possuem suas limitações e com isso se torna um lugar acessível a todos.
Uma dica para quem ira optar por carregar as mochilas na mula.
Dependendo da hora que você começar a subida deve ter em mente que muitas das vezes seu equipamnet ira chegar depois de voce e dependendo da hora voce pode fica com frio e sem equipamento e tendo que montar sua barraca e todos o seu equipamento a noite.
E logo fui arrumar algo para comer para repor minhas energias, rsrs.Agora era esperar a madruga da para fazer o ataque ao cume.
Erão cerca de 2:30 da manha quando começamos a subir, estava muito frio mais o calor humano os amigos em armonia tudo era divertido...
Derrepente uma leve chuva começou a cair, o frio aumentou bastante a censsação termica estava em meno de “0” nesta hora paramos para esperar esta serração passar.
Do nada tudo passou e continuamos nossa trilha rumo ao cume.
Chegamos ao cume antes do nascer do sol um dos momentos de maior expectativa de todos nós que estávamos no cume, derrepente o astro maior da o ar da graça foi lindo um dos mais belos amanhecer que eu já pude ver... lindo muito lindo.
Enfim missão cumprida vencido os 2.892 m de altitude do 3º maior pico do Brasil Pico da Bandeira.
Agora chegou a hora mais triste a volta... Voltamos ao acampamento base no terreirão e então tivemos varias surpresas com o ataque de um
bando de quatis que roubarão varios alimentos que estavam nas barracas que estavão abertas.
Rsrsrsrs foi muito legal...
Com isso a tarde foi chegando e mais um espetáculo de Deus, o entardecer, vou colocar as fotos porque acho nesta hora as imagens valem mais do que 1000 palavras.
Com tanta coisa bonita a vista tantas emoções a mãe natureza ainda preparava e reservava mais uma surpresa:
Com a chegada da noite veio chegando o frio e nos reunimos para jogarmos baralho no acampamento e jogar conversa foramais o frio estava insuportável e não dava para ficar do lado de fora.
Por voltas das 22:00 h fui dormir ou melhor tentar já que o frio estava muito grande.
Por volta das 23:30 o relógio estava marcando-4.4 C ai o frio estava cortando pela manha a surpresa que todos esperavam o gelo.
As barracas estavam cobertas por uma camada de gelo a grama esta coberta de gelo as mesas tudo era gelo lindo, uma das mais belascessações que já tive.
Agora a hora de ir embora que triste...
Mais com a sensação de dever cumprido mais, um pico conquistado e já contando os dias para que o ano que vem chegue para que possamos ir novamente.
Agora reunimos o pessoal levantamos acampamento e nos preparamos para o caminho devolta.
São mais 15 Km até a entrada do parque nesta hora o corpo começa a mostrar os sinais do cansaço mais um cansaço prazeroso porque alem de conquistar mais uma montanha podemos conhecer mais amigos que desta vez não foram poucos, podemos fortalecer mais os laços de amizades daqueles que já conhecemos e compartilhar de momentos tão agradáveis com a família dos montanhistas.
Só tenho a agradecer a todos por esta experiência que foi única em nossas vidas.
Agradecer a Fátima, Marcelo, Guilherme por terem organizado de forma tão profissional e amiga este passeio.
Valeu galera e ate a proxima.
Fátima, Rafael, Enrico, Marcos, Sargento, Lucianne, Marcelo, Edinho, Zé, Leila, Fábio, Marcelo, Guilherme, Renata, Bia, Marcão, Geovani, Jorge, Antonio, Nelson, Daniel, Leandra, Paula, César, Júnior, Luiz Fernando, Diego, Fabiano e o Marcelo (Dako) e já me desculpando por aqueles que não lembrei.
A partir do dia 16 de março de 2009, serão feitos alguns ajustes na forma de cobrança de ingressos e taxas, para nos adequarmos às normas vigentes. 1 – Os moradores dos municípios do entorno tem direito a desconto somente na taxa de ingresso para a parte baixa e com apresentação de comprovante de residência . Desse modo, os demais serviços devem ser pagos no valor total. Membros de clubes de excursionismo têm direito ao desconto de 50 % somente para acesso as áreas de montanha.
2 – Têm direito a isenção da taxa de ingresso os menores de 07 anos e maiores de 60 anos. Além disso, esta isenção se aplica somente ao ingresso do visitante e ao estacionamento do veículo em que o mesmo se encontra. Os demais serviços, bem como os ingressos de acompanhantes devem ser pagos normalmente.
3 – O pagamento do ingresso não isenta o visitante do pagamento das demais taxas. O pagamento da taxa de uso do camping também não isenta o visitante do pagamento da taxa de visitação.4 – As trilhas de montanha serão cobradas por dia. Exemplo: quem for subir e descer a Pedra do Sino em um mesmo dia deverá pagar o ingresso no parque e a taxa de uso da trilha por um dia. Entretanto, se houver um pernoite, o visitante deverá pagar o ingresso mais dois dias de trilha.
As taxas cobradas pelo PARNASO são: Visitação Ingresso parte baixa R$ 3,00 Ingresso parte baixa – moradores do entorno R$ 1,50
Estacionamento
Estacionamento de veículos (por dia)* R$ 5,00 Estacionamento de motos (por dia)* R$ 3,00
* estacionamento disponível apenas nas Sedes Teresópolis e Guapimirim.
Camping Pernoite por pessoa R$ 6,00
Trilhas de Montanha Bate e volta R$ 12,00 1 pernoite R$ 24,00 2 pernoites R$ 36,00 Cada pernoite adicional R$ 12,00
Trilhas de montanha - membro de clube excursionista Bate e volta R$ 6,00 1 pernoite R$ 12,00 2 pernoites R$ 18,00 Cada pernoite adicional R$ 6,00
Antes de visitar o PARNASO é importante conhecer as Regras de Uso Público do PARNASO, bem como algumas normas de conduta consciente em áreas protegidas.
INGRESSO ANTECIPADOS A venda de ingressos antecipados é feita apenas nas bilheterias do parque. Os ingressos são vendidos com no máximo 7 dias de antecedência.
HORÁRIOS Todos os dias das 8:00 as 17:00 (todas as sedes)
É permitida a entrada no parque entre 6:00 e 8:00 e entre 17:00 e 22:00 mediante compra antecipada de ingresso nas bilheterias no parque.
Na verdade, a única coisa que a bússola faz é apontar o Norte Magnético. E não é a coisa mais precisa do mundo. A agulha da bússola pode ser desviada por grandes quantidades de minério de ferro, objetos de aço, linhas de alta tensão e outras bússolas (quando próximas demais). E nestes casos, a agulha indicará uma falsa direção. Assim, é preciso avaliar a qualidade e características de sua bússola antes de cada saída em campo. Mais adiante veremos como fazer isto.
Uma bússola atual de modelo simples é uma caixinha circular (cápsula) de material transparente. Lá dentro está uma peça metálica a que chamamos de agulha. Esta peça fica equilibrada sobre um pino e tem livre movimento circular na horizontal. Como a agulha é imantada ela aponta, sempre, para o Norte Magnético. Nas boas bússolas, o interior da cápsula é preenchido por um fluido viscoso, destinado a diminuir a "oscilação" da agulha. As bússolas destinadas a serem sobrepostas aos mapas são feitas em acrílico transparente e se assemelham ao desenho acima. Em torno da cápsula, está um anel giratório graduado denominado Limbo. No fundo da cápsula há uma série de linhas paralelas. As linhas mais finas servem para alinhar a bússola (ou a cápsula) às linhas norte-sul da grade de coordenadas do mapa. As duas linhas mais centrais (no fundo da cápsula) são enfatizadas (mais grossas, cor diferente, ou um desenho especial). A faixa entre estas linhas internas chama-se Seta-Guia. A seta-guia normalmente está em perfeito alinhamento com o 0 (zero) ou "N" do limbo. Mas alguns modelos de bússola permitem que a seta-guia seja ligeiramente desviada, para compensar a declinação magnética. Sobre a placa-base da bússola, partindo da cápsula há uma seta apontando para extremidade mais distante: esta é a Linha-de-Fé. O limbo, dependendo do tamanho da bússola, é graduado de grau em grau ou de 2 em 2 graus, ou mesmo mais. Quanto menor o diâmetro do limbo, mais graus haverá entre cada par de marcas. Assim, uma bússola muito pequena oferece menor precisão, pois a graduação terá divisões pouco nítidas. Uma bússola que não tenha um limbo giratório do mesmo modo terá pouca utilidade na prática. Normalmente a escala do Limbo é em graus. Esta escala vai de 0º a 360º (ou a marca N, no limbo), começando e terminando no mesmo ponto, denominado norte-do-limbo. Os valores lidos no limbo sã o chamados de Azimutes Magnéticos (não confundir com "rumo", que é coisa diferente). Azimutes magnéticos sã o valores angulares que começam na direção do norte magnético (apontada pela agulha) e vão até uma direção escolhida por nós. Esta direção pode ser a de um pico de montanha, uma árvore grande, uma casa ou outro referencial qualquer. Provavelmente voce já sabe que o Polo Norte Magnético está afastado em vários quilômetros do Polo Norte Geográfico (verdadeiro). A diferença angular entre estes dois polos é chamada de Declinaçã o Magnética.. Tenha sempre em mente: a bússola tem como referência o Norte Magnético, enquanto os mapas se referem ao Norte Geográfico, e a diferença angular entre eles muda sempre. Consulte em seu mapa qual a diferença anual a ser compensada. Ela varia em cerca de 8 minutos por ano (1 grau tem 60 minutos) aproximadamente, mas seu mapa fornecerá esse dado com exatidão. Para evitar que você tenha que fazer muitos cálculos, algumas bússola já vêm com um parafuso de compensação da declinação. A finalidade deste parafuso é desalinhar a Seta-Guia em relação ao "N" do limbo, compensando com um desalinhamento angular a declinação e no sentido oposto. Como foi dito no início, a bússola só serve para lhe apontar direções. Cabe a você escolher a direção certa. E para saber a direção a seguir, você precisa saber em que lugar voce se encontra . Em outras palavras: sem um mapa, uma bússola servirá apenas para nos manter em um determinado rumo escolhido, não servindo para nos orientar muito mais que isso. A maioria dos nossos mapas são em escalas muito amplas, ficando muitas vezes difícil localizar (no mapa) nossa posição. É aí que entra a bússola.
Marcando o Ponto
Antes de mais nada, de mapa na mão, olhe em volta. Localize 3 pontos (no mínimo) do terreno que você consiga identificar (com certeza) no mapa. Tais pontos referenciais podem ser a margem de um lago ou represa, o pico pontudo de uma montanha, uma casa (igrejas e escolas geralmente estão marcadas nos mapas), entroncamentos, redes elétricas e cruzamentos de estradas e/ou trilhas, etc. Quanto mais distantes estes pontos estiverem, melhor. Estes 3 pontos devem ser vistos do lugar onde voce se encontra. Se necessário, mude de posição até achar uma localização que lhe permita isso.
Agora, pegue a bússola, segurando-a na horizontal, e aponte a Linha-de-Fé para a primeira referência escolhida. Gire o limbo até que a Seta-Guia esteja exatamente sob a ponta-norte da agulha. Leia, na escala do limbo, o valor apresentado ao pé da Linha-de-Fé. Este é o azimute do local onde você está ao referencial escolhido. Anote-o em algum lugar... No mapa não! Use um bloquinho ou cadernetinha. Parabéns! Você acabou de fazer sua primeira visada para a marcação do ponto! Sem sair do lugar. Repita o processo para os demais referenciais. Muito bem. Se quiser, já pode sair do lugar. Procure onde possa abrir o mapa, local plano, uma grande pedra chata seria ótimo. Agora vamos marcar no mapa (de leve, usando um lápis), uma linha partindo de cada referencial escolhido. Onde estas 3 linhas se cruzarem é onde você está. Para marcar estas linhas, faça assim: 1) Oriente o mapa com a bússola. Ou seja, "zere" o limbo, rodando-o até que o N esteja sob a Linha-de-Fé. Alinhe a Linha-de-Fé com os meridianos do mapa (linhas norte-sul, verticais). com o mapa aberto sobre a pedra, gire-o até que agulha, seta-guia, linha-de-fé e o meridiano do mapa estejam todos alinhados. O mapa está, agora, orientado com o norte magnético. 2) Não mova mais o mapa! 3) Gire o limbo, ajustando para o primeiro azimute lido. Usando a placa-base da bússola como régua, ponha um de seus extremos sobre o primeiro referencial. girando sobre este ponto, acerte procure a direção em que a agulha ira se ajustar sobre a seta-guia. Usado o lado da placa-base, risque (de leve) um traço que passe pelo ponto referencial e pela área onde você imagina estar. 4) Repita o passo 3 para cada um dos outros referenciais. Onde as linhas cruzarem, é onde você está. Não espere que as linhas se cruzem, bonitinhas, todas sobre um mesmo ponto, exatamente. talvez elas formem um pequeno trângulo. Isto acontece devido as erros de mirada, de ajuste ou leitura do limbo durante a visada. Se você achar que o triângulo está grande demais, ou desconfiar de qualquer outra coisa, repita as visadas. Pode até trocar de bússola, desde de que use a mesma para visar e lançar os traços no mapa.
Veja este vídeo que mostra uma simulação de como utilizar a bussola.
AVEIA Ajuda a diminuir o colesterol ruim, o LDL. Ganhou o selo de redutor do risco de doenças cardíacas da FDA, agência americana de controle de alimentos e remédios. Quantidade recomendada: 40 gramas por dia de farelo ou 60 gramas da farinha.
ALHO Reduz a pressão arterial e protege o coração ao diminuir a taxa de colesterol ruim e aumentar os níveis do colesterol bom, o HDL. Pesquisas indicam que pode ajudar na prevenção de tumores malignos. Quantidade recomendada: um dente por dia (para diminuir o colesterol e a pressão arterial).
AZEITE DE OLIVA Auxilia na redução do LDL. Sua ingestão no lugar de margarina ou manteiga pode reduzir em até 40% o risco de doenças do coração. Quantidade recomendada: 15 mililitros por dia ou uma colher (de sopa rasa).
CASTANHA-DO-PARÁ Assim como noz, pistache e amêndoa, auxilia na prevenção de problemas cardíacos. Também ganhou o selo de redutora de doenças cardiovasculares da FDA. Quantidade recomendada: 30 gramas por dia ou de cinco a seis unidades.
CHÁ VERDE Auxilia na prevenção de tumores malignos. Estudos indicam ainda que pode diminuir as doenças do coração, prevenir pedras nos rins e auxiliar no tratamento da obesidade. Quantidade recomendada: de quatro a seis xícaras por dia (para reduzir os riscos de gastrite e câncer no esôfago).
MAÇÃ Ajuda a prevenir tumores malignos, diz o médico Michael Roizen. O consumo regular de frutas variadas auxilia na redução de doenças cardíacas e da pressão sangüínea, além de evitar doenças oculares como catarata.Quantidade recomendada: cinco porções de frutas por dia.
PEIXES Os peixes ricos em ômega 3, como a sardinha, o bacalhau e o salmão, são poderosos aliados na prevenção de infartos e derrames. Estudos indicam também que reduzem dores de artrite, melhoram a depressão e protegem o cérebro contra doenças como o mal de Alzheimer. Quantidade recomendada: pelo menos 180 gramas por semana (para reduzir o risco de doenças cardiovasculares).
SOJA Ajuda a reduzir o risco de doenças cardiovasculares, segundo a FDA. Seu consumo regular pode diminuir os níveis de colesterol ruim em mais de 10%. Há indicações de que também ajuda a amenizar os incômodos da menopausa e a prevenir o câncer de mama e de cólon. Quantidade recomendada: 150 gramas de grão de soja por dia, o equivalente a uma xícara de chá (para reduzir o colesterol).
TOMATE Auxilia na prevenção do câncer de próstata. Quantidade recomendada: uma colher e meia (sopa) de molho de tomate por dia.
VINHO TINTO A uva vermelha, presente no vinho ou no suco, ajuda a aumentar o colesterol bom e evita o acúmulo de gordura nas artérias, prevenindo doenças do coração. Quantidade recomendada: dois copos de suco de uva ou uma taça de vinho tinto por dia.
* As quantidades de alimentos indicadas se referem apenas à prevenção das doenças especificadas. A dosagem ideal para o combate das demais ainda não foi identificada pelos pesquisadores.